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	<title>Notícias do Parque</title>
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	<description>Há 10 anos no Parque das Nações</description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 May 2013 09:22:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
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		<title>Prémios 2013</title>
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		<comments>http://www.noticiasdoparque.com/5050/premios-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 09:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[AMCPN]]></category>
		<category><![CDATA[casino lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[festival parque das nações]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Prémios de Fotografia e de Literatura Parque das Nações / Casino Lisboa (prazo de entrega até 31 de Agosto)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Vídeo do ano passado</em></p>
<p><a href="http://www.noticiasdoparque.com/5050/premios-2013/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Regulamento do Prémio de Fotografia Parque das Nações / Casino Lisboa</p>
<p>1. Participantes. O Prémio está aberto a qualquer pessoa. Não poderão participar funcionários do Casino Lisboa ou membros dos corpos sociais da AMCPN.</p>
<p>2. Objecto. O prémio terá por objecto uma fotografia por participante. Apenas serão considerados trabalhos originais.</p>
<p>3. Tema. O tema será o Parque das Nações.</p>
<p>4. Título. Cada fotografia deverá ter um título.</p>
<p><strong>5. Prazo. Os trabalhos deverão ser enviados até 31 de Agosto de 2013 (data do carimbo do correio).</strong></p>
<p>6. Forma de participação. Os participantes deverão enviar a fotografia, devidamente identificada com o nome completo do participante, o contacto telefónico, a morada de correio electrónico e a morada postal.</p>
<p>7. Júri. O júri será composto por pessoas ligadas à área da fotografia ou cultura, escolhidas pela AMCPN, pelo Casino Lisboa e pelo jornal Notícias do Parque. O presidente do júri, sem direito a voto, será o presidente da AMCPN, ou seu representante.</p>
<p>8. Prémio. O prémio consistirá na quantia de 1000 euros, a pagar pelo Casino Lisboa, principal patrocinador do Prémio. Poderão existir até cinco menções honrosas.</p>
<p>9. Todos os participantes concordam na possibilidade de publicação da fotografia no jornal Notícias do Parque e em eventual colectâneas a publicar.</p>
<p>10. Todos os casos omissos serão resolvidos pelo júri. De igual forma, o júri poderá recusar-se a atribuir o prémio, por falta de qualidade das participações.</p>
<p>Organização: AMCPN</p>
<p>Patrocínio: Casino Lisboa</p>
<p>Apoio: Notícias do Parque</p>
<p>Morada para envio:<br />a/c Marco Neves, AMCPN<br />Rua Sinais de Fogo, Lt. 3.14.04-H, Esc. B<br />1990-605 LISBOA</p>
<p><strong>Prémio de Literatura Parque das Nações / Casino Lisboa 2013</strong><br />28 de Abril de 2013</p>
<p>Regulamento do Prémio de Literatura Parque das Nações / Casino Lisboa</p>
<p>1. Participantes. O Prémio está aberto a qualquer pessoa. Não poderão participar funcionários do Casino Lisboa ou membros dos corpos sociais da AMCPN.</p>
<p>2. Género. O género a concurso será poesia, escrita em língua portuguesa. Apenas serão considerados trabalhos originais.</p>
<p>3. Tema. O tema será livre.</p>
<p>4. Dimensão. O poema não deverá ultrapassar uma página A4.</p>
<p>5. Prazo. Os trabalhos deverão ser enviados até 31 de Agosto de 2013 (data do carimbo do correio).</p>
<p>6. Forma de participação. Os participantes deverão enviar o poema, assinado com pseudónimo, para a morada indicada no final deste regulamento, por carta</p>
<p>sem aviso de recepção. Em conjunto com o poema, deverão enviar um segundo envelope onde conste, no exterior, o pseudónimo e o título do poema e, no interior, o nome completo do participante, o contacto telefónico, a morada de correio electrónico e a morada postal.</p>
<p>7. Júri. O júri será composto por pessoas ligadas à área da literatura ou cultura, escolhidas pela AMCPN, pelo Casino Lisboa e pelo jornal Notícias do Parque. O presidente do júri, sem direito a voto, será o presidente da AMCPN, ou seu representante.</p>
<p>8. Prémio. O prémio consistirá na quantia de 1000 euros, a pagar pelo Casino Lisboa, principal patrocinador do Prémio. Poderão existir até cinco menções honrosas.</p>
<p>9. Todos os participantes concordam na possibilidade de publicação do poema no jornal Notícias do Parque e em eventual colectâneas a publicar.</p>
<p>10. Todos os casos omissos serão resolvidos pelo júri. De igual forma, o júri poderá recusar-se a atribuir o prémio, por falta de qualidade das participações.<br /> <br />Organização: AMCPN<br />Patrocínio: Casino Lisboa<br />Apoio: Notícias do Parque<br /> <br />Morada para envio:<br />a/c Marco Neves, AMCPN<br />Rua Sinais de Fogo, Lt. 3.14.04-H, Esc. B<br />1990-605 LISBOA<br /><br /><br /><br /></p>
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		<title>“Obra prioritária”</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 09:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[AMCPN]]></category>
		<category><![CDATA[escola zona sul]]></category>
		<category><![CDATA[João Gonçalves Pereira]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério respondeu referindo que tem previstas as verbas no seu orçamento para desbloquear a situação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Da visita do deputado do CDS/PP João Gonçalves Pereira, a convite da Associação de Moradores e Comerciantes do PN, à Escola Básica Parque das Nações resultou a promessa que iria, junto do Ministério da Educação e Ciência, tentar perceber o porquê da não avançar com a 2.ª fase da obra, fundamental para responder às necessidades da comunidade.</p>
<p>O Ministério já respondeu ao deputado dizendo que: “Por situações várias o contrato entre a empresa construtora e a Parque Expo cessou, assumindo a DRELVT as obrigações da Parque Expo. Em virtude de existirem diversas questões jurídicas a resolver, nomeadamente questões de pagamento ao adjudicatário da 1ª fase de construção, a construção da 2ª fase foi suspensa. Atendendo a que as verbas necessárias à construção da 2.ª fase não haviam sido orçamentadas, não foi iniciada essa construção no ano anterior.” No entanto, o MEC referiu que para este ano, “considerou esta obra prioritária, pelo que a Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares tem previstas no seu orçamento as verbas necessárias ao desbloquear da situação. Neste momento foram iniciadas conversações com a Câmara Municipal de Lisboa quanto à 2.ª fase de construção da escola.&#8221;</p>
<p>O Notícias do Parque continuará a acompanhar a evolução deste dossiê.</p>
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		<title>Na Minha Rua</title>
		<link>http://www.noticiasdoparque.com/5029/na-minha-rua/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[edição 70]]></category>

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		<description><![CDATA[O processo de registo é simples e o portal tem vindo a provar a sua eficácia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>No portal &#8221; Na Minha Rua&#8221; os munícipes de Lisboa podem, através desta plataforma, participar as ocorrências na via pública, em habitação e equipamentos municipais que necessitem da intervenção da Câmara Municipal de Lisboa. Lá podem pedir/reportar as seguintes situações: Avarias na iluminação pública; Denúncia de pragas e doenças (associadas a animais: pombos, ratos, etc..); Entupimento de sarjetas ou sumidouros; Infiltrações na sua habitação municipal; Insalubridade em propriedade privada ou municipal; Irregularidades em terrenos municipais; Limpeza de graffities; Limpeza da via pública (varredura, lavagem); Manutenção de instalações sanitárias, lavadouros ou balneários; Manutenção/Reparação de mesas, bancos, bebedouros públicos, sarjetas e outro mobiliário urbano danificado; Pedido/manutenção de contentores, papeleiras, ecopontos, vidrões e ecopilhas; Pilaretes derrubados;  Queda/poda de árvores; Recolha de animais mortos e abandonados em espaço público e privado;  Recolha de objectos volumosos fora de uso;  Sarjetas danificadas; Viaturas abandonadas; entre outros.</p>
<p><a href="http://lxi.cm-lisboa.pt/lxi/?application=NaMinhaRua">Na minha rua</a></p>
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		<title>Um esforço colectivo</title>
		<link>http://www.noticiasdoparque.com/5026/um-esforco-colectivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[angelo mesquita]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[rsu]]></category>

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		<description><![CDATA[Vidro só no vidrão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O Parque das Nações tem uma taxa de reciclagem mais baixa que o resto da cidade de Lisboa. A Câmara Municipal de Lisboa está a estudar, ao pormenor, o nosso sistema de recolha de RSU e prepara-se para fazer algumas alterações. Para já, pedem que a população deixe de depositar o vidro nas condutas dos edifícios. Fica a conversa com o Engº Ângelo Mesquita e a sua equipa.</em></p>
<p><strong>Como está a correr o trabalho da Câmara na questão da recolha de RSU?</strong><br />Já há alguns anos que temos vindo a acompanhar, com a PE-GU, a gestão do PN. Quando, no dia 1 de Dezembro, assumimos a gestão tivemos consciência de que temos aqui uma população com cerca de 25 mil habitantes com um sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos, RSU, único no país e um dos maiores da Europa. É um sistema com um potencial tremendo e que se insere bem na estratégia que temos para o resto da cidade de Lisboa. Desde 2003 que temos, no resto da cidade, a recolha selectiva, porta a porta. Antes utilizávamos os ecopontos, um sistema que é actualmente pouco eficaz porque obriga as pessoas a deslocarem-se dezenas de metros até ele, o que não facilita a vida a quem quer participar na reciclagem. Por outro lado, proporciona em termos de paisagem urbana um problema. Portanto, em 2003, decidimos partir para a recolha selectiva porta a porta. Hoje temos cerca de 70% da cidade a ser abrangida por este processo. Com isto passámos de uma despesa de 6,5 milhões € para uma despesa abaixo dos 3 milhões €. Contabilizando o que pagamos pelos resíduos que vão ser tratados e as receitas que temos da venda dos sub-produtos (cerca de 3,4 milhões €, em 2012). <br /><br /><strong>E no PN, como corre?</strong><br />Aqui verificamos que a taxa de reciclagem é muito baixa. No resto do concelho de Lisboa temos uma participação na ordem dos 25% e aqui não.<br /><br /><strong>E isso deve-se a quê?</strong><br />Este processo precisa de acções de informação, de sensibilização para a necessidade das pessoas participarem neste esforço colectivo. Neste momento estamos a fazer um levantamento do sistema existente. Nós sabemos e conhecemos este sistema, mas precisamos de conhecer com maior pormenor. Como é que ele funciona em cada um dos edifícios, por exemplo. É esse trabalho, esse levantamento, edifício a edifício, que estamos a fazer e que nos permitirá obter informação que nos conduza ao desenvolvimento do projecto que será posto em prática pela ENVAC. E ao desenvolvimento de acções de informação e sensibilização, dirigidas à comunidade, feitas por nós. <br />A participação da população parece simples e óbvia porque todos os edifícios têm uma boca de carga para os materiais recicláveis, ou seja, quem quiser participar só tem que descer ao piso térreo para as depositar, nos dias em que são recolhidos.</p>
<p><strong>Vão fazer alguma alteração relativamente ao sistema actual?</strong><br />Sim. O vidro, por exemplo, não vai poder ser recolhido através das condutas. O vidro deixado cair nas condutas estilhaça-se e, como se trata de um material muito abrasivo, provoca avarias na conduta. Não há necessidade de estarmos a causar problemas ao sistema de recolha, trazendo incómodos para a população, se podemos optar por outras soluções, nomeadamente, da recolha porta a porta ou através de vidrões colocados em lugares estratégicos do território. <br /><br /><strong>Essa será a única alteração?</strong><br />Não. Poderá haver acertos nos dias de remoção. Retirando a fracção vidro da conduta, poderemos optimizar esses dias, permitindo à população colocar outras fracções.<br />Temos um sistema inovador, uma população com níveis de formação elevados, portanto, temos que apostar no contacto e sensibilização que essa percentagem subirá facilmente. Aliás, com este sistema poderemos ir muito além da taxa de reciclagem do resto da cidade. Desde que as pessoas estejam informadas e sensibilizadas.<br /><br /><strong>Há pessoas que pensam que podem, por exemplo, deitar plásticos ou  vidro ou papel em qualquer dia da semana, que a separação é feita posteriormente.</strong><br />Não, isso não é verdade. Em alguns locais do país a triagem é, de facto, feita depois, mas aqui não. A Valor Sul não funciona assim. Por isso é que esse trabalho é muito importante. Os porteiros dos edifícios são uns parceiros muito importantes, desde há muitos anos. É fundamental que, nos edifícios que têm porteiro, seja feito um investimento nessa informação. É preciso que haja um grande investimento na informação, de uma forma em geral.<br /><br /><strong>Há alguma mensagem que queiram passar? Por exemplo, querem que as pessoas parem já de depositar o vidro nas condutas?</strong><br />Sim. Não vale a pena lançarem o vidro, neste momento, na conduta. Existem alguns vidrões instalados no território. Portanto, a primeira alteração de comportamento para a qual pedimos a atenção das pessoas é: não vale a pena introduzir o vidro nas condutas dos edifícios. <br /><br /><strong>Relativamente ao resto?</strong><br />Relativamente ao resto é para manterem os comportamentos que têm mantido e vamos, certamente, na próxima edição divulgar a data de início das alterações que vamos introduzir no sistema e daquilo que precisamos que as pessoas façam. Vamos aproveitar o jornal para ir transmitindo à população essa evolução. É importante dar a conhecer às pessoas que o esforço que fazem vale a pena.<br /><br /><strong>Há pessoas que não acreditam na eficácia deste sistema&#8230; o que se pode fazer para desmistificar isso?</strong><br />Aquilo que nós não separamos é um custo para a comunidade e aquilo que separamos é um benefício para a comunidade.  Se não fizéssemos reciclagem em Lisboa, não tínhamos tido o ano passado uma receita dos subprodutos de 3,4 milhões €. <br /><br />Por exemplo, o Parque das Nações podia ser pioneiro num sistema do tipo: em função daquilo que reciclam, as pessoas podem beneficiar de um desconto nas taxas que têm que pagar. Mas este sistema é muito complexo e tem, obviamente, que ser muito bem estudado. Há uma série de coisas que têm que ser muito bem vistas, mas esta área tem condições excelentes para a aplicação dum sistema deste tipo.<br />Claro que é de certa forma utópico, no presente momento, e terá que ser muito bem estudado. Mas o Parque das Nações é, provavelmente, o território mais bem apetrechado para receber este tipo de inovação, em primeiro lugar. Sendo que, nesta perspectiva, não será, certamente, nos próximos 5 anos que isto vai acontecer. Para já temos que potenciar a reciclagem e escutar a capacidade de participação deste território e, então, nessa fase, as pessoas serem premiadas por participarem neste esforço colectivo.<br /><br /><br /><br /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres do Parque</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[edição 70]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do PArque]]></category>

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		<description><![CDATA[Rita Carvalho entrevista Kaleigh Tirone Nunes para a edição n.º70 do Notícias do Parque]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Apesar dos teus 24 anos já tens muito para contar. Fala-nos um pouco da sua experiência de vida.</strong><br />Tenho 24 anos, toda a minha infância vivi em Sintra e aos 10 anos a família mudou-se para o Parque das Nações – foi em Outubro de 1998 e havia muito poucos habitantes sobretudo aqui na zona Norte, nem o Parque do Tejo e Trancão estava terminado&#8230; <br />Mudámo-nos para Lisboa para eu poder frequentar a Escola Alemã de Lisboa, onde concluí todo o percurso escolar.<br />Em paralelo com as atividades escolares fiz diversas incursões no mundo da música, sendo a principal a integração numa banda de música electrónica no papel de vocalista.<br />Aos 18 anos fui viver para Londres para estudar Arquitetura – completei a licenciatura com louvores na Westminster University – colaborei durante um ano no ateliê de arquitetura Make Architects, experiência esta que me permitiu aceder à faculdade de arquitetura mais conceituada em Londres, a Bartlett School of Architecture, University College London. Completei lá o curso com um mestrado em arquitetura.  Terminada esta etapa, optei por voltar para Lisboa e criar uma editora de música, a sinnmusik*, com dois colegas – um residente em Barcelona e o outro em Londres. Com a música electrónica como elo de ligação entre nós durante os anos do liceu e da universidade, a criação desta editora foi uma aposta que visa provar que o negócio da música não estagnou e que mais precisamente a música electrónica merece uma promoção profissional, inovadora e dedicada. <br />Como não podia deixar de ser, hoje em dia, associei-me ainda a um segundo projeto, Love XL, o qual desenvolvemos, numa área distinta: eventos (sobretudo casamentos) em espaços urbanos originais.</p>
<p><a href="http://www.noticiasdoparque.com/5017/mulheres-do-parque-8/kaleigh/" rel="attachment wp-att-5021"><img class="alignright size-large wp-image-5021" title="kaleigh" src="http://www.noticiasdoparque.com/wp-content/uploads/2013/04/kaleigh-619x928.jpg" alt="" width="619" height="928" /></a><br /><strong>Como foi a tua experiência em Londres comparativamente com Portugal?</strong><br />Gostei muito de viver lá! Londres é uma cidade elétrica, dinâmica e em permanente evolução – mas nem sempre a um ritmo harmonioso ou digerível&#8230; quando me mudei para Londres era mesmo esta dinâmica e uma certa anonimidade que eu procurava.<br />Apesar de me sentir atraída pela dinâmica e anonimidade de Londres, também entendi rapidamente que a liberdade conseguida tinha uma outra face da moeda: uma solidão que eu não conhecia e com a qual não me identifico. Nesse contexto e, possivelmente por causa disso, criei amizades com pessoas mais calorosas e mais parecidas comigo, recriando assim um pouco de Lisboa, em Londres&#8230; e posso dizer que esta convivência com amigos, associada à excelente formação profissional à qual tive acesso, permitiu-me crescer, evoluir e divertir-me muito.</p>
<p><strong>No regresso como viste o nosso país? E o Parque das Nações?</strong><br />A decisão de voltar para Lisboa foi espontânea e repentina! Terminei o curso em Junho passado e decidi romper com todos os planos que tinha desenvolvido, até essa data, para mergulhar numa experiência completamente nova, tanto na área (passei da arquitetura para a música) como no modelo de negócio (passei da ideia de trabalhadora por conta de outrem para empresária). Vejo o nosso país como um espaço com inúmeras oportunidades e o Parque das Nações como uma plataforma sobre a qual poderei construir a minha nova realidade profissional. Começar do zero numa área como a arquitetura não me alicia com a mesma força da música. Sei, no entanto, que sem a minha formação na área da arquitetura não teria tido a coragem e competência para me tornar empresária. Sair do país durante 6 anos permitiu-me apreciar cada aspeto positivo que existe em Portugal. Aprecio muito o Parque das Nações! A qualidade de vida que aqui conseguimos ter é mesmo única – uma maravilhosa sintonia entre o pulsar da cidade e a natureza. <br /><br /><strong>Como vês o futuro neste país, para ti e para os jovens da tua idade? Enquanto alguns portugueses imigram tu regressaste&#8230;</strong><br />A minha avó sempre me instigou para não seguir tendências, mas para criar a minha própria realidade, mesmo quando pareça ser contra a maré&#8230; Acho que esta mensagem continua comigo e influencia-me em muitos aspectos. O facto de jovens imigrarem não me assusta nem me motiva para continuar fora de Portugal. Senti que era mais natural começar a construir a minha realidade profissional, aqui em Lisboa, e sinto-me extremamente privilegiada por ter o apoio da minha família e dos meus amigos mais próximos nesta decisão pessoal que tomei.<br /><br /><strong>Os teus pais (Livia Tirone e Ken Nunes) tiveram uma influência, aqui, no PN com a construção de alguns edifícios bioclimáticos como a Torre Verde e a Torre Sul.</strong><br />Sim, sinto-me orgulhosa por eles terem sabido liderar na área da sustentabilidade na construção, influenciando o rumo desse setor em todo o país. Conheço, no entanto, o outro lado da moeda, porque as dificuldades deste setor são inúmeras, também em tempos bons e não chegam as melhores competências e intenções para assegurar o sucesso de cada projeto. Foi em parte essa luta árdua dos meus pais que me motivou a escolher, inicialmente, a carreira académica de arquitetura&#8230; Achei que me daria uma boa base, maturidade e força para qualquer que fosse a minha profissão futura. Mas com um mercado tão deprimido em que o setor da construção raramente mostra sinais vitais, não sinto que seja possível para mim criar uma carreira nesta área, pelo menos por enquanto. <br /><br /><strong>Quais as sugestões que gostarias de propor, aqui, para o Parque das Nações?</strong><br />A sinnmusik* dedica-se a lançar criações musicais e promover os respetivos autores. Um dos projetos a que estou dedicada no âmbito desta atividade é a organização de eventos em contextos urbanos, de elevada qualidade, atualmente ignorados: as coberturas dos edifícios! Com um clima tão privilegiado, com vistas tão deslumbrantes como temos em Lisboa, parece-me essencial potenciar o convívio entre pessoas e associá-lo a talentos locais / nacionais. Fascina-me explorar potencialidades que passam despercebidas quando junto dois mundos que se complementam, apesar da sua associação não ser óbvia&#8230;<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mobilidade Suave</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[edição 70]]></category>
		<category><![CDATA[gonçalo peres]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade suave]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gonçalo Peres para a edição n.º70 do Notícias do Parque]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O que mudou na tua vida depois da entrevista que o Notícias do Parque te fez, em 2011, sobre a tua utilização da bicicleta como forma de mobilidade suave?</strong> <br /><br />Passados mais dois anos de utilização diária, a minha postura evoluiu e foram-se esbatendo mitos e barreiras.<br /><br />Se na altura escrevia que a bicicleta era apenas para trajectos planos e curtos, com a prática cheguei à conclusão de que o seu raio de alcance é muito maior. E Lisboa é afinal muito mais plana do que a imagem que constantemente nos querem fazer acreditar. Um pouco à semelhança dos antigos descobridores que se faziam ao mar e alguém os atormentava com a ameaça de que a terra era plana e chegando à borda se despenhariam no infinito.<br /><br />Hoje em dia, praticamente, não uso a scooter e a bicicleta é a minha principal escolha para deslocações a qualquer ponto do centro da cidade.<br />Entretanto nasceu um segundo filho e passei a utilizar um atrelado para transportar os dois no percurso casa-escola. Não só permitiu-me aumentar a capacidade de carga da bicicleta, como viabilizar a utilização no inverno, com frio ou mesmo chuva, sem pôr em causa a saúde e bem-estar das crianças. <br /><br />Este ano, também apareceu um novo casal na escola, em que tanto ele como ela transportam os dois filhos de bicicleta, com recurso a um atrelado ou cadeiras. Depois de 3 anos a pedalar sozinho para a escola, em 2012 o número de bicicletas duplicou e o número de crianças transportadas neste modo suave quadruplicou!<br /><br />Mas não foram só ganhos. Também perdi uns 5 quilos que tinha a mais.<br />Quanto mais utilizo a bicicleta mais saudável me sinto e mais resistente a constipações, dores de cabeça e afins. Afinal um corpo activo tem o melhor sistema imunológico que algum laboratório farmacêutico poderá alguma vez fabricar.<br /><br />Mas o mais importante é saber que não estou a emitir gases nocivos para o meio ambiente, para os meus filhos e para os filhos dos outros. Às vezes pergunto-me se as pessoas têm consciência de que as crianças respiram &#8220;ar&#8221;. E que o tráfego automóvel excessivo e a dependência abusiva deste meio de transporte constitui um problema tão grave e sério, que futuras gerações vão olhar para este período da história e provavelmente descrever-nos como loucos e irresponsáveis.<br /><br />Não fiquem com a ideia de que sou contra o uso do automóvel. A sua utilização justifica-se em determinados casos e não deixa de ser um excelente meio de transporte. O que me preocupa é o abuso e o excesso. É um pouco como o vinho. Deve ser usado com moderação.<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gabriela Mota</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[edição 70]]></category>
		<category><![CDATA[gabriela mota]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a edição n.º70 do Notícias do Parque]]></description>
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<p>Nome: Gabriela Mota<br /><br />Auto-retrato<br />Sou a Gabriela, 31 anos, moradora no Parque das Nações há 6 e desde o primeiro dia, fã número 1 deste lugar “à beira rio plantado”. Sou portuense de gema, mas despedi-me da minha linda cidade para ir para a universidade, licenciei-me em Estudos da Comunicação em Cambridge, Reino Unido, e depois de 4 anos de braço dado com o tão conhecido clima britânico, quis viver o meu American Dream e fui viver para Miami, no estado solarengo da Florida. Depois de 5 anos como “emigrante feliz” regressei a Portugal, com as bagagens repletas de experiências únicas e a certeza que existe um mundo lá fora, e que foi um enorme prazer conhecê-lo. Quem sai, é certo que normalmente tem algumas dificuldades em regressar, e manter o corpo e o coração no mesmo lugar. Eu debati-me, e ainda me debato com esse dilema e com as saudades, mas com o passar do tempo, consegui criar uma ligação fortíssima com este bairro e não o trocaria por mais nenhum outro em Lisboa. <br /><br />A minha relação com o Parque <br />Sou activa, não consigo estar parada muito tempo. Fui mãe o ano passado e sou uma dona babada de um Labrador Retriever de 7 anos. O facto de ter o meu cão, aliado à minha forma de estar na vida, fez com que desde sempre a minha relação com o bairro fosse “em movimento”. Não me lembro de uma semana nestes últimos 7 anos, que não percorresse o parque de uma ponta a outra, sul – norte e norte-sul. Jogging, de bicicleta, a pé, com o meu cão, com o meu marido ou com a minha filha, todos os dias percorro estas ruas, passo pelas mesmas árvores e jardins, contemplo o rio Tejo e todos os dias digo a mim mesma que sou uma privilegiada. A minha relação com o Parque é uma relação saudável e dinâmica. É aqui que faço as compras, que o meu cão vai ao veterinário, que nós vamos ao médico, que faço exercício, que passeio, que apanho os meus familiares na estação de comboio. No fundo a minha vida em Lisboa é o Parque, uma mini cidade dentro da cidade. <br /><br />O que desenhava e o que apagava <br />Graças a Deus que não existem lugares perfeitos, porque, se assim fosse, estaríamos todos lá, e rapidamente a perfeição deixaria de existir. Se me pedissem para classificar o Parque de 1 a 10, penso que atribuía um honroso 8. Os dois em falta seriam certamente pontos de melhoramento, nada de muito radical ou profundo e provavelmente não existiriam, se não estivéssemos a atravessar este momento de crise. <br />Gostaria de ver a zona Sul, em especial a zona à volta da marina, com mais vida, com comércio de rua a preencher as lojas vazias e abandonadas, o que iria melhorar a oferta de serviços para os residentes e atrair mais turistas, que parecem não ter vontade de passar além do Oceanário. Melhoraria o policiamento, penso que o que existe de momento não é suficiente, principalmente durante a semana, de forma a transmitir mais segurança, proteger os moradores e o controlo de estacionamento que, recentemente, passou a ser um caos desde que o parque da marina passou a ser pago. Melhoraria a calçada em certas zonas, que com o tempo e com as raízes das árvores, ficou bastante degradada e construía um parque fechado apenas para cães, para poderem usufruir, em pleno, de um espaço sem restrições. Construiria também mais opções de parking para bicicletas, de forma a que os postes e as árvores não fossem a única forma de estacionar e, consequentemente, incomodar a natureza e os transeuntes.  <br /><br /></p>
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		<title>Trio de mini hamburgueres</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[jeronymo]]></category>
		<category><![CDATA[prazeres]]></category>

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		<description><![CDATA[Restaurante JERONYMO - FOOD WITH FRIENDS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>New York (Hamburguer de carne de vaca com bacon estaladiço, queijo cheddar, maionese, alface, tomate e pickles), San Francisco (hamburguer de carne de vaca com bacon estaladiço, queijo cheddar, cebola confitada, molho Ranch, alface, tomate e pickles) e Dallas (hamburguer de carne de vaca coberto com cogumelos frescos, queijo suiço, maionese, alface, tomate e pickles), servidos com batatas fritas caseiras.</p>
<p>Restaurante <br />JERONYMO <br />FOOD WITH FRIENDS<br />Alameda dos Oceanos,<br />edifício Explorer, lote 1.06.1.3<br />1990 Lisboa<br /><br />2ª feira das 12h às 17h <br />de 3ª feira a Domingo, das 12h às 24h<br />telef. 21 357 61 15 telem. 93 804 05 52<br />www.facebook.com/jeronymofoodwithfriends<br /><br /></p>
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		<title>Orçamento Participativo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 10:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Local]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira assembleia participativa e já no dia 16 de Maio, às 18h00, na Escola Vasco da Gama]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Comunicado da Câmara Municpal de Lisboa</strong></p>
<p>Tem um projeto para Lisboa?</p>
<p>Apresente-o ao Orçamento Participativo  <br /><br />O Orçamento Participativo de Lisboa é para todos os que  gostam de Lisboa. Gostar de  Lisboa é participar no seu Governo.<br /><br />O Orçamento Participativo de Lisboa (OP) é um instrumento que dá a todos o poder de decidir quais os projetos a concretizar em Lisboa com uma verba de 2,5 milhões de euros do orçamento anual da Câmara Municipal de Lisboa.<br /><br />Como pode apresentar as suas ideiais e os seus projetos?<br /><br />Tem até ao dia 16 de Junho para o fazer através do <a href="http://www.lisboaparticipa.pt/">portal da participação</a> ou através das Assembleias Participativas que vamos realizar!<br /><br />As Assembleias Participativas são espaços de encontro pensados para todos os que querem discutir ideias e apresentar propostas para lisboa. Aqui todos podem apresentar a sua proposta para o orcamento participativo de Lisboa.<br /><br />O que queremos?<br /><br />Que surjam muitas ideias e muitas propostas, grandes e pequenas, para uma Lisboa de todos.<br /><br />Siga-nos na página de <a href="https://www.facebook.com/lisboaparticipa">facebook</a> do Orçamento Participativo<br /><br /></p>
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		<title>Voxmar</title>
		<link>http://www.noticiasdoparque.com/5002/voxmar/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 08:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcaldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Moda” foi o tema da quarta Conversa Voxmar. O Notícias do Parque registou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.noticiasdoparque.com/5002/voxmar/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Será que o azul está sempre na moda? A iconografia marítima usa-se atualmente? O mar é fonte de inspiração para os estilistas e suas coleções? Estas e outras questões irão ser abordadas e desenvolvidas pelo estilista Nuno Gama, pela Presidente e co-fundadora da ModaLisboa, Eduarda Abbondanza, pela diretora do museu do Design e da Moda &#8211; MUDE, Bárbara Coutinho e pelo sócio fundador da marca de acessórios Cabo d’Mar, Mário Maciel.</p>
<p>A próxima conversa terá lugar dia 14 de Maio.</p>
<p>O homem compete com o mar? <br />O homem e o Mar desde sempre mediram forças, de que forma é que essa competição influenciou o universo do desporto? Essas e muitas mais questões respondidas por quem desafia diariamente os seus limites.</p>
<p><a href="http://voxmar.pt/">http://voxmar.pt/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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