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Escola Básica Inaugurada – Vídeo

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Dia 17 de Dezembro marca um dos momentos mais aguardados por esta comunidade. Isabel Alçada e António Costa fizeram as honras

Esta 1º fase da Escola Básica do Parque das Nações contará com oito novas salas do 1º ciclo e quatro salas do jardim de infância. A 2.ª fase desta obra virá depois com a construção do edifício destinado aos restantes ciclos.

http://www.vimeo.com/17932372

Data: 18/12/2010

Categoria: Local

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Comentários

  • http://www.cineteka.com Gonçalo Peres

    No Sábado passado (11 de Dezembro) a escola esteve aberta ao público. Fomos visitá-la e uma das professoras disse-nos que as obras estavam paradas por falta de verbas / ordem do governo / cortes na educação. Ou seja, além do bloco que já está construído e vai abrir em Janeiro de 2011 (25% do terreno), não há previsões para quando o resto da escola (mais pavilhões com salas de aula, pavilhão desportivo, cantina/refeitório, etc.) estará disponível. É lamentável que os nossos governantes continuem a brincar com a população que já está à espera desta escola prometida há mais de 10 anos…

  • Encarregado de Educação

    Lançados os “foguetes”, feitos os discursos de circunstância, e após assistirem actuações dos alunos do 1º ciclo, lá seguiram para outras inaugurações, sem que nenhuma das sumidades deixasse certezas quanto à edificação da 2ª fase da Escola. É que no minimo faltam, ginásio e/ou
    espaço para a prática condigna de modalidades desportivas; aquecimento central; equipamento lúdico exterior; biblioteca; cozinha e refeitório adequado (as crianças do JI almoçam nas carteiras de trabalho e as do 1º ciclo na sala de música). Segundo as coordenadoras, a Parque Expo deu como concluída a sua responsabilidade na empreitada, entregando-a ao Parque Escolar(?) A ser verdade e havendo latente falta de liquidez, o equipamento escolar arrisca-se a perdurar durante vários anos como Escola Básica apenas do 1º ciclo+JI, e ainda assim deficitária.
    Apelo às forças locais realmente vivas, Notícias do Parque e seus escribas, AMCPN, APEEVG, que inquiram as Instituições responsáveis no sentido destas, definirem o plano da 2ª fase de construção e fixarem a respectiva calendarização. Antecipadamente grato.

  • Mãe de alunos

    Hoje dia 3, a EB do Parque das Nações (julgo que se trata de um nome provisório) abriu a porta aos seus alunos, e considero que se tratou da verdadeira inauguração. Informo os pais das crianças de que a ampla área da 2º fase da escola, serve como parque de estacionamento desse estabelecimento de ensino. Apelo a que o utilizem de modo a desanuviarem o tráfego de quem como eu habita nessa zona.

  • Encarregado de Educação

    Recebi uma explicação verbal por parte de uma responsável do respectivo Agrupamento de Escolas, de que a Parque Expo terá de bom grado assumido a 1ª fase da obra JI+1ºciclo em que o parceiro educativo é a CM Lisboa, por as duas entidades manterem conta corrente pela gestão do PN, o que permitirá à PE reaver o valor investido na construção.
    Os restantes ciclos educativos, são responsabilidade da Drel/M Educação que ainda não terá avalizado, ou melhor libertado os fundos necessários, para que a PE possa reiniciar a Empreitada assumida por Protocolo com a CML e o ME.
    Considero uma hipocrisia manterem no Painel a abertura do 2º e 3º ciclo no próximo ano lectivo 2011/12 que se trata de uma previsão inviavel senão impossível. A 1ª fase foi construída em 10 meses mais uns tantos de preparação, como poderiam executar o que falta em 8. Só se compreende a manutenção do Placard com intuito meramente propagandístico.

  • Encarregado de Educação

    Adiciono uma notícia do Sol, esclarecedora do “affair” construção da Nova Escola do PN.
    Empresa pública construiu escolas ilegalmente
    24 de Janeiro, 2011, por Frederico Pinheiro e Graça Rosendo

    O Governo adjudicou três obras à Parque Expo, sem concurso. Teve de recuar, mas o problema é que duas delas já estão feitas.
    Os responsáveis da Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL) correm o risco de serem responsabilizados financeiramente pelo Tribunal de Contas (TC), devido a um protocolo feito com a empresa pública Parque Expo – para a construção de três escolas em Lisboa, no valor de cerca de oito milhões de euros -, que nunca chegou a ser validado por aquele tribunal.
    Através deste protocolo, celebrado em Maio de 2009, o Ministério da Educação entregou à Parque Expo, por adjudicação directa, a realização de obras de construção e remodelação nas escolas S. Vicente de Telheiras, Parque das Nações e Luís António Verney (no bairro Madre de Deus). As duas primeiras foram concluídas já durante 2010, apesar de o Tribunal de Contas não ter dado visto prévio ao protocolo – que era obrigatório para torná-lo legal.
    A verdade é que, depois das dúvidas levantadas pelo TC sobre o facto de não ter sido realizado qualquer concurso público, o Ministério da Educação acabou por cancelar o protocolo. Mas deixou a Parque Expo prosseguir com a construção e remodelação daquelas duas escolas, o que pode vir a ser considerado um procedimento ilegal pelo TC, em sede de fiscalização sucessiva do processo. Nessa medida, tal pode resultar em responsabilidade financeira dos subscritores do protocolo por parte do Estado – no caso, os responsáveis da DREL.
    Entretanto, e ao contrário do Governo, que optou por fazer um ajuste directo à Parque Expo, esta entidade abriu concurso para a escolha dos empreiteiros que fizeram as escolas de Telheiras e do Parque das Nações.

    O facto de o protocolo ter acabado por ficar sem validade jurídica – e, em consequência disso, os contratos desta com os empreiteiros, também – obrigou o Ministério da Educação a procurar uma alternativa.
    Segundo soube o SOL, deram entrada no Tribunal de Contas, «recentemente, dois acordos de cessão da posição contratual celebrados entre a Parque Expo e a DREL, em que a primeira cede à segunda a sua posição contratual nos contratos de empreitada celebrados para a construção, respectivamente, das escolas de Telheiras e do Parque das Nações» – acordos que estão ainda a ser analisados para efeitos de visto prévio.
    Questionada pelo SOL, fonte oficial do Ministério da Educação confirmou esta informação. «O contrato com a Parque Expo foi rescindido e feita esta passagem para a DREL», explicou. Devido a este recuo por parte do Governo, a Parque Expo será compensada pelas emprestadas que já efectou. «Está previsto o pagamento de um montante que servirá para ressarcir a Parque Expo pela despesa em que incorreu nas empreitadas e no concurso público», disse a mesma fonte governamental

  • Emilia

    Continuem a votar neles que já estamos quase no fundo, mesmo

    • Atentamente

      Apoiado e sabendo que os netos da sra ministra da educação, estudam no colégio Valsassina, quer lá saber se a parque Escolar vai cumprir o compromisso de avançar com a 2ª fase desta escola. Penso que está a prazo como governante talvez nesta altura a pensar para onde irá pregar com a sua voz afectada. Mais uma promessa adiada…